Da Redação - Julia Munhoz
O pistoleiro e ex-policial Militar, Vanderlei Alves de Freitas, foi condenado, nesta quarta-feira (30.05), pelo Tribunal do Júri a 15 anos de reclusão no regime inicialmente fechado. Ele é apontado como autor do assassinato de um coronel da Polícia Militar da reserva do Paraná.
Em abril de 2001, Vanderlei matou o coronel Aroldo da Cruz com três tiros no escritório de sua própria empresa, localizada no bairro Santa Cruz, na região do Coxipó. O crime foi cometido mediante paga ou promessa de recompensa, informou a assessoria do Ministério Público Estadual.
Consta na denúncia, que o réu entrou no estabelecimento comercial, acompanhado de outra pessoa, e para conseguir chegar até a vítima simulou o interesse na troca de um imóvel e depois um assalto.
“Seguindo a linha de entendimento do Superior Tribunal de Justiça, a magistrada reconheceu a primeira qualificadora e considerou a segunda como circunstância agravante”, explicou o promotor de Justiça que atuou no júri, Antônio Sérgio Cordeiro Piedade.
Vanderlei já possui passagens por vários crimes dentre eles tráfico de drogas, lesão corporal, porte ilegal de arma de fogo em concurso material com o crime de formação de quadrilha, entre outros.
Além do pistoleiro, também foi condenado por envolvimento no assassinato do coronel o agricultor Francisco José de souza, conhecido como “Mosquito”. Ele foi condenado pelo tribunal do Júri a 13 anos de reclusão em regime integralmente fechado, em julho de 2004.
Segundo o MPE, a vítima era dona de uma fazenda, localizada em Porto dos Gaúchos (644 km de Cuiabá), e que estaria sob demanda judicial. De acordo com familiares da vítima, a área teria sido invadida. A briga também estaria relacionada a roubo de madeira. Com informações da assessoria.
Em abril de 2001, Vanderlei matou o coronel Aroldo da Cruz com três tiros no escritório de sua própria empresa, localizada no bairro Santa Cruz, na região do Coxipó. O crime foi cometido mediante paga ou promessa de recompensa, informou a assessoria do Ministério Público Estadual.
Consta na denúncia, que o réu entrou no estabelecimento comercial, acompanhado de outra pessoa, e para conseguir chegar até a vítima simulou o interesse na troca de um imóvel e depois um assalto.
“Seguindo a linha de entendimento do Superior Tribunal de Justiça, a magistrada reconheceu a primeira qualificadora e considerou a segunda como circunstância agravante”, explicou o promotor de Justiça que atuou no júri, Antônio Sérgio Cordeiro Piedade.
Vanderlei já possui passagens por vários crimes dentre eles tráfico de drogas, lesão corporal, porte ilegal de arma de fogo em concurso material com o crime de formação de quadrilha, entre outros.
Além do pistoleiro, também foi condenado por envolvimento no assassinato do coronel o agricultor Francisco José de souza, conhecido como “Mosquito”. Ele foi condenado pelo tribunal do Júri a 13 anos de reclusão em regime integralmente fechado, em julho de 2004.
Segundo o MPE, a vítima era dona de uma fazenda, localizada em Porto dos Gaúchos (644 km de Cuiabá), e que estaria sob demanda judicial. De acordo com familiares da vítima, a área teria sido invadida. A briga também estaria relacionada a roubo de madeira. Com informações da assessoria.







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